quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Deu no Cláudio Humberto
Falando pela boca dos outros!
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Sem "já ganhamos"!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Lula e Ahmadinejad...
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Bons serviços...

Prioridades!
Candidatos com expressão pífia!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Sem projeto não dá!
sábado, 14 de novembro de 2009
Nossos direitos pedem socorro
De maneira alguma, eu poderia deixar de transcrever o artigo do
Jornalista Adailson Oliveira, publicado no site www.agazeta.net ,
é algo que vale a pena ler.

Nossos direitos pedem socorro
Jornalista Adaílson Oliveira
Os textos da Constituição brasileira são perfeitos. Se nossa sociedade adotasse cada um dos artigos na sua formação e decisões políticas, viveríamos no Éden. Acontece que para muitos gestores públicos e parlamentares, os textos constitucionais estão apenas anexados num livro, que é chato de ser lido e entendido.
Com isso, as regras de convivência serão feitas a partir dos interesses particulares de cada um. Na Constituição, temos frases assim: "todo o poder emana do povo", quanta ilusão, nesse, humilde artigo, quero lembrar o duro golpe que seria dado no acreano. Tudo começa com a aprovação da lei 11.662 em junho do ano passado. A diferença de fuso horário com relação a Brasília caiu de duas para uma hora. Vamos recordar o transtorno que foi tentar se adaptar, até hoje, fica difícil trabalhar com o tempo que nos foi imposto. Não tiveram a preocupação de perguntar á população se era viável ou não á mudança.
Mas, o golpe que queriam dar no acreano foi tramado na semana passada. A proposta, de um, de nossos deputados federais, era fazer um consulta á população para que ela pudesse dizer se aceitava ou rejeitava o novo horário. O referendo quase não foi aprovado, porque a bancada petista tentou de todas as formas, impedir que a matéria entrasse em votação. No entanto, não adiantou, o projeto conseguiu furar o bloqueio e foi aceito por 223 votos, tendo 123 contra. Foram apenas 5 abstenções. Você pode estar perguntando, cadê o golpe? Calma, que eu chego lá estou apenas enrolando para a história ganhar mais dramaticidade.
Ta bom, lá vai: Temos 8 parlamentares, desses, 5 votaram contra o referendo. Vamos citar os nomes? É melhor. Gladson Cameli do PP, os petistas Fernando Melo, Nilson Mourão, Henrique Afonso do PV, Perpétua Almeida do PC do B. outro deputado, Ilderley Cordeiro, decore bem esse nome, nem apareceu no plenário, ele, aliás, era o responsável pela emissão do parecer da comissão de Finanças e Tributação. O país esperou dois meses ele preparar o documento, e nada. Estava preocupado em colocar outdoors nos municípios acreanos, mostrando que era um grande líder. Deputado, o acreano não enxerga apenas com os olhos. Os dois parlamentares restantes votaram a favor: Sérgio Petecão do PMN acompanhou o voto do criador do projeto Flaviano Melo do PMDB.
Um Deputado Federal deve ter a consciência para votar sim ou não em projetos, que chegam a Câmara, mas antes, deve fazer uma consulta a Constituição e ver o seu papel, verifique o capítulo do poder legislativo na carta magna, faça esse esforço mental para o bem do povo. Vamos encontrar que um Deputado Federal, representa o POVO - entendeu, o povo. Como pode votar contra um projeto que dá direito á população de fazer sua escolha, de pronunciar o seu interesse. É um ataque a liberdade, á democracia. Não se trata de discutir se é bom ou não o novo horário, estou falando do direito de dar sua opinião sobre um fato que atinge diretamente a vida das pessoas. Se você Deputado Federal, que votou contra o referendo, estiver lendo esse artigo, pegue o livro da Constituição, abra a página no artigo 14. É melhor eu transcrever: "A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante:" Inciso I plebiscito, inciso II referendo. O artigo continua com mais incisos, parágrafos e alíneas, mas, vamos ficar no que nos interessa: Plebiscito e Referendo.
Antes de impor o novo horário deveriam ter realizado o plebiscito para população ser consultada. Como isso não foi feito, resta agora, o referendo, que é dar voz aos acreanos para que digam se gostam ou não de ficar uma hora a menos que Brasília.
Como pode um deputado ser contra um direito das pessoas. Pior que tiveram a coragem. Mas você, caro leitor, sabe por que. O referendo pode ser o termômetro da eleição. O criador do projeto, o senador Tião Viana, é o candidato ao governo, o imbróglio fica maior porque o referendo pode ser realizado no dia da eleição. Muita gente que não gostou do horário pode ser levado a votar contra o candidato petista. O pesadelo da frente popular pode começar assim que o projeto for votado no senado. Vai que o referendo passa. Como será a eleição do ano que vêm? Com vocês o destino.
Conta outra!
Lei 1747 uma boa iniciativa!

À César o que é de César...
Com relação ao post anterior, recebo uma resposta do Deputado Estadual Moisés Diniz com o seguinte teor:
Meu caro Acreucho,
Eu posso te garantir de que nenhum deputado recebe diária em viagens para dentro do Acre.
No caso da Assembleia Aberta, repito, não há pagamento de diárias.
Um abraço,
Moisés Diniz
14 de Novembro de 2009 18:09
Acreucho: Deputado vou consultar a fonte de onde tirei a informação porém de antemão já asseguro que se você está dizendo, eu acredito.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Eu sabia!
Se empolgou!
Com o meu, com o seu, com o nosso!
Declaração para estragar o seu dia!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Parabéns!
Os ignorantes!
Novo golpe petista no pobre!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Quem pode, pode. Quem não pode se sacode!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Apelo a "não violência"!
* Por Chico Araújo Leia mais
Quem tem que ter "direitos" é o cidadão e não os marginais
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Ilegal, imoral e anti-democrático!
Honestidade com "H" maiúsculo!

domingo, 8 de novembro de 2009
Precisa melhorar!
Boa pergunta!
Combustível barato! Quem vai querer?

Os Babacas!

Papagaio come milho, periquito leva fama!
É muita cara de pau

quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Muito melhor!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Lá, como cá!
A carta de Schwarzenegger
Por Luiz Leitão - luizmleitao@gmail.com
Uma carta escrita pelo governador Arnold Schwarzenegger aos membros da Assembléia do Estado da Califórnia causou furor porque, talvez, por mera coincidência, as letras de cada frase, em sete linhas consecutivas ao longo da margem esquerda, formam o acrônimo “Fuckyou”. Que quer dizer “foda-se”.
Eis o texto, que relata as queixas de um governador cansado de leis inócuas, votadas para atender interesses menores, enquanto as que realmente importam são relegadas ao esquecimento. Nada de se estranhar nessas práticas tão familiares a quem acompanha a política brasileira.
Aos membros da Assembléia do Estado da Califórnia:
Estou devolvendo, vetada, a Lei da Assembléia nº 1176.
Durante algum tempo, lamentei o fato de assuntos importantes serem negligenciados, enquanto muitas leis desnecessárias são trazidas à minha consideração.
As reformas do sistema de águas e das prisões, o tratamento de saúde, são assuntos cruciais que minha administração apresentou para votação, mas os legisladores simplesmente as ignoraram.
Mais uma vez, outro ano legislativo começa e termina sem que se aprovem as grandes reformas que os cidadãos californianos indiscutivelmente merecem.
Em vista disso, e após cuidadosa ponderação, eu acredito ser desnecessário sancionar essa lei desta vez.
Sinceramente,
Arnold Schwarzenegger
Luiz Leitão:
Soa familiar a justíssima reação do governador, sob o peso de sua impotência diante de comportamentos tão antiquados quanto atuais. A identificação com o eleitor brasileiro consciente é imediata; vive-se no Brasil uma situação que até a Kafka causaria espanto.
Um presidente defende malfeitorias, imiscui-se com desassombro nos outros Poderes, insurge-se contra órgãos fiscalizadores, defensores do bem comum contra a sanha interesseira dos que se encastelam no Estado.
Dinheiro público financia impunes atos de vandalismo, a campanha eleitoral corre escancarada sob as barbas da Justiça, o presidente do Supremo Tribunal Federal prega no deserto contra o financiamento público para invasores de terras, ao invocar a lei que manda, se obedecida fosse, suspender a concessão de verbas a verdadeiros criminosos sob o olhar complacente das autoridades, desta feita obrigadas a uma envergonhada reprovação.
Ao invés de enrijecer, abrandam-se leis eleitorais, afrouxam-se mecanismos de controle, transige-se o tempo todo com “parceiros” comerciais como os argentinos, arma-se uma enorme celeuma a respeito do uso de bases colombianas por americanos, compram-se mal-afamados aviões franceses para não ceder ao infantilismo antiamericano.
Nem a fertilíssima imaginação do autor de O processo vislumbraria tal inversão de valores, Comissões Parlamentares de Inquérito invariavelmente controladas pelos partidários dos investigados, no Rio Grande do Sul, inclusive.
Tanto para Schwarzenegger, como para os personagens de O processo e os cidadãos comuns brasileiros, a sensação de surrealismo chega a ser tangível.
Carta de Schwarzenegger
To the Members of the California State Assembly:
I am returning Assembly Bill 1176 without my signature.
For some time now I have lamented the fast that major issues are overlooked while many
Unnecessary bills come to me for consideration. Water reform, prison reform, and health
Care are major issues my Administration has brought to the table, but the Legislature just
Kicks the can down the alley
Yet another legislative year has come and gone without the major reforms Californians
Overwhelmingly deserve. In light of this, and after careful consideration, I believe it is
Unnecessary to sign this measure at this time.
Sincerely,
Arnold Schwarzenegger
Acreucho: É pelo que parece, as coisas da política são iguais em qualquer lugar do mundo. Lá nos EUA as coisas são iguaizinhas aqui no Brasil, os políticos não estão nem aí para os “reais problemas nacionais” e ficam discutindo coisas de interesses próprios e de grupelhos com o objetivo de auferir cada vez mais lucros. Eles estão “se lixando” para o povo, como aqui.
Frase do dia!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009
O otário!
Pegando nuvens!
Missão impossível!
Drogas legais?
Cemitérios...Meio ambiente urbano ameaçado...
Em tempos de grande destaque para a ecologia, sendo a preservação ambiental e a melhoria de vida do ser humano sobre a terra, a preocupação com a não contaminação do meio ambiente, o aquecimento global, poluição de mananciais, rios e nascentes, um tipo de contaminação do meio ambiente fica despercebido ou simplesmente é ignorado pelas autoridades sanitárias.
Em minhas leituras na Net, passando pelo site http://www.artigonal.com/ li interessante artigo da professora Degmar Augusta da Silva, advogada e editora chefe do Informativo Las hermanas, fundadora e membro do Las Hermanas (projeto social), com o título:
O verdadeiro fantasma que assombra os cemitérios...
Com a certeza, a única certeza que temos é a morte. Pois bem, todos nós iremos morrer e de uma forma ou de outra nossos corpos serão dispostos em consonância com credos e religião.
O assunto não é dos melhores para se tratar, uma vez que envolve sentimentos dolorosos... Somente quem já perdeu um ente querido sabe a intensidade da dor... Entretanto, o assunto aqui não se relaciona com os sentimentos que envolvem a morte e sim o modo de disposição dos cadáveres.
Vivemos atualmente uma “onda” de preocupação ambiental e quando falamos de resíduos nos lembramos de quase todas as suas formas, contudo pouco ou nunca se ouve falar a respeito dos cemitérios - A palavra cemitério foi usada pelos primeiros cristãos para designar os terrenos destinados à sepultura de seus mortos.
Há que se enfatizar que cemitério é o local onde a morte e causa mortis do individuo estão sepultadas. Portanto, se existe um local repleto de contaminação, ele se chama cemitério.
Trememos de medo ao deparamos com o lixo hospitalar, no entanto visitamos cemitérios, quase ou, sem preocupação alguma. Ora o que gera o lixo hospitalar, senão os serviços e toda parafernália para o pronto atendimento e socorro a vida humana?
O cemitério compara-se a um aterro sanitário para lixos domésticos, uma vez que as matérias enterradas são orgânicas, entretanto existe agravante: é um aterro sanitário com muito "lixo hospitalar" incluso, posto que, a maioria das matérias orgânicas enterradas carrega bactérias e vírus de todas as espécies quais foram, provavelmente, a causa mortis.
Devemos considerar, ainda, que metais pesados, advindo de próteses, materiais das urnas etc. contribuem para a ação poluidora e os ácidos orgânicos gerados na decomposição cadavérica irão reagir com esses metais. Acresça-se ainda, os resíduos nucleares advindos das aplicações recebidas pelo indivíduo em vida.
A localização e operação inadequadas de cemitérios em meios urbanos podem ocasionar a contaminação de mananciais hídricos por microrganismos que proliferam no processo de decomposição dos corpos. Caso o aqüífero freático seja contaminado na área interna do cemitério, tal contaminação poderá fluir às regiões próximas, aumentando, assim, o risco de saúde na população que utilizar desta água captada através de poços rasos.
Uma das maiores preocupações dos ambientalistas é sobre o necrochorume - liquido que é liberado pelo corpo em decomposição. Apenas para ilustrar: um corpo em decomposição pode liberar cerca de 30 litros de necrochorume-composto basicamente de água, sais minerais e substancias orgânicas biodegradáveis, como a putrescina - em um período de seis meses.
Infelizmente na maioria dos cemitérios brasileiros a disposição desses resíduos sólidos é inadequada, ficando em depósitos a céu aberto, o que nos leva a crer que alem dos populares lixões, temos outro problema a ser encarado.
Acreucho: Em Rio Branco, os cemitérios são um problema sério e para o qual, as autoridades fazem vista grossa e ouvidos de mercador. O Cemitério São João Batista, fica no centro da cidade, é rodeado de residências e fica à beira de nada mais, nada menos que o Parque da Maternidade; o Cemitério Jardim da Saudade, no Bairro Tancredo Neves, fica no meio de diversas comunidades, Bairro Tancredo Neves, Defesa Civil; o Cemitério Morada da Paz, no Calafate, fica às margens do Igarapé Fundo; o Cemitério do Bairro São Francisco, fica no meio do bairro, rodeado de residências; o Cemitério Cruz Milagrosa, na Transacreana, não tem comunidades em volta, mas, fica no cume de uma elevação e em volta existem açudes onde o gado bebe água.
As pessoas queiram ou não, as autoridades se preocupem ou não, com a infiltração das águas de chuva, a decomposição de milhares de corpos de pessoas que estão enterradas nestes locais e pela localização geográfica destes, com toda a certeza qualquer córrego, rio, nascente, poço que esteja nas proximidades estará com suas águas contaminadas. Tudo isso forma uma cadeia no subsolo e vai acabar no Rio Acre, junto com o esgoto, o lixo e outros detritos.
Mas, quem se preocupa com isso? Os que deveriam, moram em mansões muito distante destes locais.
